Há no carácter de Anselmo Borges muito de culturalmente aviltante, de nojento, de degradante

 

O Anselmo Borges destila ódio contra a Igreja Católica, todas as semanas nos me®dia. Trata-se de um ressentimento difícil de explicar racionalmente.

“As piruetas do teólogo moderno não lhe granjearam nem mais uma conversão e nem menos uma apostasia”.
→ Nicolás Gómez Dávila


Esta semana, ele começa por dizer que “Jesus nunca falou em pecado original” (um argumento semelhante, invocado comummente pelos mentecaptos do calibre dele, é o de que “Jesus nunca criticou os gays, os punks, os ganzados, a cocaína, os Queers e os transgéneros, etc.”).

Há um fenómeno cultural normal que é a assunção epistemológica do passado, que a filosofia medieval chamou de modus ponens. Ou seja, no tempo e espaço de Jesus, toda a gente assumia como válida a doutrina do pecado original do Génesis — não era necessário sequer falar dela: era assumida pela própria cultura antropológica!. Não lembra ao careca (mas lembra ao burrinho Anselmo Borges) dizer que, na Palestina de Jesus, as pessoas não sabiam o que era o Génesis. Além disso, em João 9, 1-12, fala-se do pecado herdado.

« “Cristã” não é a sociedade onde ninguém peca, mas antes é a sociedade onde muitos se arrependem ». → idem

Na semana em que o papa Chico vem dizer que não existe inferno e que as almas pecadoras “desaparecem” (contrariando o catecismo da Igreja Católica), o Anselmo Borges vem dizer que a doutrina da Igreja Católica revela um “Deus sádico”.

Ou seja: o Chico nega o inferno, e o Anselmo, para não lhe ficar atrás, nega o pecado original.

Diz o Anselmo Borges que “Jesus amou a todos, por palavras e obras”; o que Anselmo Borges quer dizer, certamente, é que “Jesus fez umas valentes orgias gay porque ele amava a todos”; além disso, segundo Anselmo Borges, Jesus amava as putas abortadeiras porque “elas estavam sempre a amar”; para o Anselmo Borges, o “amor” justifica tudo.

Aliás, é assim que o Anselmo Borges certamente interpreta a passagem de Marcos 14, 46-52, que relata a estória do jovem que fugiu todo nu, apenas coberto por um lençol, quando Jesus se encontrava no horto de Gethsemani: a julgar pela mundividência do Anselmo Borges cerca das Escrituras e da Igreja Católica, o Anselmo Borges interpreta, com certeza, a presença do jovem nu como alguém que consolava Jesus antes da chegada dos soldados.

“A teologia, em mãos torpes, torna-se na arte de ridicularizar o mistério” → ibidem

papa-chico-comuna-webHá no carácter de Anselmo Borges muito de culturalmente aviltante, de nojento, de degradante.

A politização da doutrina da Igreja Católica, conduzida sistematicamente pelo Anselmo Borges, é o mais aviltante que podemos conceber. Jesus dizia que o Seu Reino não era deste mundo; o Anselmo Borges — na sequela do Chico — pretende transformar Jesus em uma bitola política mundana e imanente.

Toda a narrativa falsa do Anselmo Borges acerca de Jesus Cristo assenta na falácia de Parménides. E essa falsidade histórica do Anselmo Borges é causa do maior asco possível. Anselmo Borges é asqueroso, porque engana propositadamente os incautos. Ele é aquilo que o povo diz ser um filho-de-puta.

O Anselmo Borges transforma Jesus Cristo em uma espécie de Che Guevara, e di-lo com grande orgulho — como o Chico disse esta semana que tem “orgulho em ser revolucionário”.

“O diabo elege, a cada século, um demónio diferente para tentar a Igreja Católica. O actual é singularmente subtil. A angústia da Igreja perante a miséria das multidões obscurece a sua consciência de Deus. A Igreja cai na mais astuciosa das tentações: a tentação da caridade”.
→ Ibidem

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A política do Aquecimento Global Antropogénico do "papa Francisco"

 

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Desde quando Pedro Mexia é de direita?!

 

“É assim que começa o livro de Rui Tavares, Esquerda e Direita, Guia Histórico para o século XXI, editado pela Tinta da China e que foi apresentado neste mês na Feira do Livro de Lisboa, precisamente por uma pessoa de esquerda – o candidato a Presidente da República Sampaio da Nóvoa – e uma de direita – o poeta e crítico literário Pedro Mexia.”

Esvaziar diferença entre esquerda e direita é “substituir democracia por demagogia”

A política virou tanto à esquerda que Álvaro Cunhal seria hoje considerado reaccionário. Só assim se compreende que Pedro Mexia seja considerado de direita; ou então ele é de uma direita envergonhada e complexada que fecha a esquerda à direita.

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Isto está bonito, está…!

 

Você é católico e consegue ver o ridículo do vídeo, ainda tem uma mente sã; se não consegue ver o absurdo que é a imagem que o “papa Francisco” quer que façam dele, nem tudo está perdido: inscreva-se como militante em um partido da esquerda radical.

 

“Pope Francis will call for an ethical and economic revolution to prevent catastrophic climate change and growing inequality in a letter to the world’s 1.2 billion Catholics on Thursday.”

Explosive intervention by Pope Francis set to transform climate change debate

Todo o bom católico tem a obrigação moral de repudiar explicitamente este usurpador do papado.

Não se calem! “Não tenhais medo!”: ataquem-no em todo o lado, desde a opinião no seio da sua família até ao vosso círculo de amigos. Durante a missa dominical, quando o sacerdote fizer menção ao “papa Francisco”, levantem-se e saiam da igreja. Não permitam que um palhaço em trajes papais transforme a Igreja Católica em um circo.

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A Igreja Católica e a TAP

perspectivas

A Igreja Católica encontra-se analogamente na situação da TAP: ou reduz a sua dimensão e influência política mas mantendo-se fiel aos seus princípios fundacionais; ou deixa-se comprar pela plutocracia internacional para poder manter uma influência política globalista que não terá já nada a ver com o ideário do catolicismo original.

A opção da Igreja Católica é entre o poder do dinheiro e o poder da doutrina. O “papa Francisco” resolveu sacrificar a doutrina ao mesmo tempo que diz que é contra o dinheiro. Ficamos sem saber como é possível combater as duas coisas simultaneamente.

Por mim, preferia uma TAP mais pequena mas fiel aos seus princípios nacionais, assim como preferiria uma Igreja Católica menos globalista e mais obediente à tradição do catolicismo.

Hoje vivemos a confusão nas elites. A mediocridade tomou conta dos mandadores. Assim como a TAP desaparecerá em 10 anos (mais coisa, menos coisa), da Igreja Católica restarão…

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O vírus que é Isabel Moreira

perspectivas

isabel-moreira-85210-webPelo que eu vi aqui, penso que Manuela Moura Guedes não soube lidar com a situação. A melhor maneira de lidar com Isabel Moreira é humilhá-la em público e com um sorriso complacente nos lábios; é chamar-lhe estúpida com palavras grandiloquentes; é rir na cara dela com uma benevolência angelical.

Isabel Moreira comporta-se como um vírus: não é visível a um microscópio comum (disfarça-se e dissimula-se muito bem); é parasita: fora de um organismo vivo, o vírus não tem qualquer actividade, fica inerte e até pode cristalizar-se como os minerais; não tem organização celular (é veneno concentrado); e adapta-se a qualquer situação.

A única forma de combater um vírus (e gentalha como a Isabel Moreira) já instalado num organismo, é a produção de anticorpos. Para isso, a sociedade deve ter um bom sistema imunitário que passa, por exemplo, em não permitir que criaturas como o Nilton tenham acesso à…

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O pragmatismo da homeopatia

perspectivas

A homeopatia, entendida segundo o conceito “efeito rebound”, é a negação da ciência na medida em que o que é considerado importante não é a medicina (a ciência) em si mesma, mas aquilo que se (crença) que é a ciência.

Neste sentido, a homeopatia segue os princípios da filosofia pragmatista de Williams James (Pragmatismo): toda a crença, se considerada boa e útil para a sociedade e/ou para o indivíduo, é considerada . Não é a verdade da crença, considerada em si mesma, que é importante: em vez disso, é a putativa bondade e utilidade da crença que faz com que ela seja verdadeira.

A ciência — neste caso, a medicina — é concebida pela homeopatia como um fenómeno humano, com fraco interesse pelos objectos que a ciência contempla. Deseja-se a felicidade do Homem, e se uma determinada crença promove essa felicidade, então essa…

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