Sobre a greve dos professores e sobre fecho da televisão grega

O fecho da televisão pública grega foi um acto radical, tão radical quanto as estatizações revolucionárias de empresas privadas, a que assistimos depois do 25 de Abril de 1974. A Troika é tão radical quanto o estalinismo, embora de sinal contrário. O radicalismo da Troika vai deixar marcas indeléveis na Grécia, e vai suscitar um radicalismo de sinal oposto; ninguém tenha dúvidas disso.


Os professores que assim o entenderem têm o direito a fazer a greve marcada para Segunda-feira, mas os professores que não quiserem fazer a greve não podem ser perseguidos politicamente. O governo tem que assegurar que os professores que não quiserem aderir à greve não tenham problemas políticos dentro da escola. A escola não é, em princípio, um lugar político.

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