O discurso de ontem de Paulo Portas

Foi ambíguo, mas não foi ambivalente.

Em contraponto, os discursos de Passos Coelho não são uma coisa nem outra: quando Passos Coelho discursa, se lhe metessem um barra de carvão pelo ânus acima, ao cabo de meia hora saía em forma de diamante – tal é rigidez da retórica e das fauces do dito cujo. Talvez fosse a forma de salvar a economia do país: colocar Passos Coelho a discursar em permanência; já que não temos petróleo, teríamos diamantes.

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