Arcebispo de Bratislava acusa a União Europeia de perseguição religiosa (NYT)

BRATISLAVA, SlovakiaStanislav Zvolensky, the Roman Catholic archbishop of the Slovak capital here, was thrilled when he was invited to Brussels three years ago to discuss the fight against poverty with the insistently secular bureaucracy of the European Union.

“They let me in wearing my cross,” the archbishop recalled.

It therefore came as a rude surprise when, late last year, the National Bank of Slovakia announced that the European Commission, the union’s executive arm, had ordered it to remove halos and crosses from special commemorative euro coins due to be minted this summer.


Perante a acusação do arcebispo de Bratislava, segundo o qual “existe um movimento político na União Europeia que pretende a total neutralidade religiosa e que não aceita as nossas tradições religiosas” – perante esta acusação, um membro da Comissão Europeia, Katharina von Schnurbein, respondeu com uma ironia que roça o desprezo pelo Cristianismo: “podem estar seguros que a União Europeia não é o anticristo”.

Os países do norte da Europa começaram por importar muçulmanos em massa. E agora, perante a ameaça real de islamização, a prazo, da sociedade, as elites políticas atacam todas as religiões, incluindo o Cristianismo que está na base cultural da civilização europeia. Perante a realidade de um erro crasso que foi a permissividade em relação à imigração massiva de muçulmanos, a União Europeia comete agora outro o erro: a repressão política em relação ao Cristianismo, para que não se possam invocar excepções à regra.

Já não estamos no âmbito do secularismo saudável, mas na União Europeia entramos já no domínio do laicismo que remete a religião para o recato do lar e retira-a do domínio público.

Naturalmente que, no meio disto tudo, estão os radicais neomarxistas que se aproveitam da situação social e cultural criada pela real ameaça de islamização de países como a Bélgica, a Holanda, a Suécia, a Dinamarca, a França, e mesmo da Alemanha.

Os comunistas clássicos eram ateus mas não combatiam declaradamente a família natural. Por isso, mal o comunismo caiu, a Rússia voltou à religião, porque a tradição familiar não tinha sido perdida. Os neomarxistas actuais (que adoptam o homossexualismo como instrumento político) são ainda mais radicais do que os comunistas clássicos, e acreditam que atacando a família natural estarão a fazer um ataque radical à própria religião.

Portanto, o que existe hoje na União Europeia é um movimento político em que convergem interesses distintos: 1/ a maçonaria jacobina supra-nacional e inter-nacional, que é anticristã por sua própria natureza e tradição; 2/ o neoliberalismo ou direita neoliberal, que submete tudo ao mercado, incluindo a ética, a moral, a estética, a lógica, e também as religiões; 3/ os neomarxistas, que vêem neste movimento político uma oportunidade para um combate radical às religiões através de uma ataque inédito à família natural; 4/ e finalmente o próprio lóbi político islâmico, que se aproveita deste ensejo de perseguição anti-cristã para impor, na União Europeia, um estatuto político de igualdade religiosa em relação ao Cristianismo.

Acresce-se a isto o processo político de adesão da Turquia (com mais de 80 milhões de muçulmanos) à União Europeia, o que é um absurdo! Desde logo porque a Turquia nunca pertenceu à Europa, não só culturalmente mas também geograficamente.

A política cultural da União Europeia é absolutamente inexplicável, porque é suicidária. A União Europeia transformou a política numa expressão do absurdo.

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