Os marxistas nunca aprendem com a História

Um marxista é essencialmente burro: tanto faz a experiência do dia anterior, como nada. Um marxista é anti-empírico e, por isso, anti-científico: não aprende com a experiência. A “praxis” marxista é treta teórica. A obra de Karl Marx é ininteligível porque amiúde contraditória, e só pode ser entendida num contexto de formação de um dogma.

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Nesta imagem – respigada aqui – o militante comunista incorre em duas falácias lógicas: o argumento ad Baculum (ou baculino) e o argumento ad Numerum. O argumento ad Baculum, vindo de um político, revela a sua (dele) índole totalitária. O argumento ad Numerum revela estupidez: nunca ocorreu uma qualquer transformação histórica e social somente baseada no putativo número de apoiantes dessa transformação. A própria revolução francesa teve origem burguesa (elitista), e não proletária ou campesina.

Manuel Tiago terá eventualmente alguma razão em relação a uma certa actual ofensiva contra alguns princípios básicos dos direitos humanos em Portugal – ofensiva que existe de facto -, mas perdeu a razão através dos seus argumentos falaciosos.

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