Os argumentos da adopção gay e a falácia da mediocridade

« O meu vizinho bateu na avó, matou o cão, deu uma coça na mulher, saiu de casa e abandonou o filho? Então, a adopção gay torna-se legítima, porque a criança do meu vizinho estará melhor entregue a um par de gays.

O fulano embebeda-se todos os dias, está desempregado, é pobre, desanca na mulher e maltrata os filhos? Ora aqui está uma boa justificação para a legalização da adopção gay!

A Liliana Melo é pobre, é muçulmana e recusa-se a laquear as trompas de falópio, e tem uma data de filhos? Então, há que retirar os filhos à Liliana Melo para os dar a adoptar por pares de gays. »

Os argumentos a favor da adopção gay assentam na falácia da mediocridade: nivela-se por baixo o comportamento dos pais biológicos para assim se poder justificar o injustificável.


E depois há a tal questão dos “estudos psicológicos”. Quem, no entanto, se deu ao trabalho de verificar esses “estudos” fica abismado com a desonestidade dos ditos “estudos científicos” realizados em contexto de militância política homossexualista – com as seguintes características, a ver:

  • amostragem estranhamente muito estrita;
  • a idade do indivíduos interrogados (infantes);
  • o facto de, na esmagadora maioria dos casos, os “pais” serem os únicos interrogados;
  • o facto de, na maioria dos casos, os “pais” em questão serem membros e militantes políticos de uma organização LGBT [Lésbicas, Gays, Bissexuais e Transgéneros];
  • o facto de, na maioria desses “estudos científicos”, a comparação ser feita exclusivamente com crianças educadas por uma mãe heterossexual, que vive só ou divorciada;
  • a escolha do método: questionários standard, exclusivamente comportamentalistas (behaviourismo) e funcionalistas;
  • a constante fluidez mantida à volta de palavras-chave (ideológicas): “pais”, “mãe”, “concepção”, etc.
  • o facto de todas as respostas dos estudos irem, sem excepção, no sentido da tese anunciada previamente pelos ditos estudos.

A maioria dos “estudos” americanos tomam em consideração crianças educadas por um pai ou por uma mãe a viver em partenariado homossexual, mas concebidas e nascidas no quadro de um casal heterossexual. Ou seja, esses estudos nada dizem acerca do que aconteceria a uma criança nascida num ambiente à partida homossexualizado, nomeadamente através da procriação medicamente assistida.

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