O populismo utopista de Francisco I

«El Papa Francisco convocó este domingo para el próximo 7 de septiembre una jornada de oración y ayuno mundial para la paz en Siria, en Medio Oriente y en todo el mundo.

Por sorpresa, el Papa dedicó todo el rezo del Ángelus en la Plaza de San Pedro a lanzar un fuerte llamamiento para que “no haya más guerras” y expresó su preocupación por el “dramático desarrollo que se presenta en Siria”.»

Eu ganhei anti-corpos em relação a este Papa. Qualquer coisa que ele diz é analisado à lupa.

Uma coisa é ele organizar uma jornada de oração para a paz na Síria; outra coisa, bem diferente, é dizer que essa jornada de oração é para que “não haja mais guerras” – porque ele deveria saber que isso é impossível. Ou melhor: ele sabe que é impossível, mas serve-se dos métodos e utopias do esquerdismo radical para veicular uma nova forma de progressismo católico.

«Ai do mundo por causa dos escândalos! Eles são inevitáveis, mas ai do homem que os causa!”» [Mateus, 18, 1-8]

Jesus Cristo diz que os escândalos são inevitáveis. Francisco I diz que Jesus Cristo não tem razão, e que os escândalos são evitáveis. Temos uma edição moderna de Joaquim de Fiore.

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