As falsas doutrinas (S. Paulo)

 

“Ele (Jesus Cristo) salvou-nos, não em virtude de obras de justiça que tivéssemos praticado, mas da sua misericórdia, mediante um novo nascimento e renovação do Espírito Santo.” — Carta A Tito (S. Paulo), 3, 5-7

“Fica sabendo que, nos últimos dias, surgirão tempos difíceis. As pessoas tornar-se-ão egoístas, interesseiras, arrogantes, soberbas, blasfemas, desrespeitadoras dos pais, ingratas, ímpias, sem coração, implacáveis, caluniadoras, descontroladas, desumanas e inimigas do bem, traidoras, insolentes, orgulhosas e mais amigas dos prazeres do que de Deus. Procura evitar essa gente.

Conservarão uma aparência de piedade, mas negarão a sua essência.” — 2ª Carta a Timóteo (S. Paulo), 3, 1-5

“(…) a lei não foi feita para os justos, mas para os maus e rebeldes, para os ímpios e pecadores, para os sacrílegos e profanadores, para os parricidas e matricidas, homicidas1 , impudicos, pederastas, traficantes de escravos2 , mentirosos, perjúrios, e tudo aquilo que está em contradição com a sã doutrina (…)” — 1ª Carta a Timóteo (S. Paulo, 1, 9-10

Pretendendo serem mestres da lei, não sabem nem o que dizem, nem o que afirmam com tanta segurança”.ibidem, 1, 7

fé abstracta papa francisco

«Na cruz, com efeito, ele se ofereceu todo a Deus com os seus sofrimentos, e a imolação da vítima foi realizada por meio de morte cruenta livremente sofrida; no altar, ao invés, por causa do estado glorioso de sua natureza humana, “a morte não tem mais domínio sobre ele”(62) e, por conseguinte, não é possível a efusão do sangue; mas a divina sabedoria encontrou o modo admirável de tornar manifesto o sacrifício de nosso Redentor com sinais exteriores que são símbolos de morte. Já que, por meio da transubstanciação do pão no corpo e do vinho no sangue de Cristo, têm-se realmente presentes o seu corpo e o seu sangue; as espécies eucarísticas, sob as quais está presente, simbolizam a cruenta separação do corpo e do sangue. Assim o memorial da sua morte real sobre o Calvário repete-se sempre no sacrifício do altar, porque, por meio de símbolos distintos, se significa e demonstra que Jesus Cristo se encontra em estado de vítima.» — Pio XII, Mediator Dei, 63


1. o aborto é assassínio
2. a procriação medicamente assistida e as “barriga de aluguer”, quando utilizadas sem controlo nem critério, tendem a ser uma nova escravatura.

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