Que volte a boa e saudosa lei do “filho de pai incógnito”!

 

Isabel Stilwell tem razão. Acabe-se com esta hipocrisia e voltemos ao tempo dos filhos de pai incógnito. Ou melhor: em nome da igualdade, não se pode exigir que a esmagadora maioria dos homens se sujeite a uma investigação acerca da sua presumível paternidade em relação a uma criança qualquer, e que a uma elite se recuse a aplicação da mesma lei. A lei deve ser igual para todos, e portanto voltemos ao tempo dos filho-da-puta escarrapachados no registo civil.

Para que conste: segundo a lei válida para a maioria, basta que uma mulher aponte o dedo a um homem, “acusando-o” da paternidade do seu filho, para que o desgraçado seja normalmente presente a uma juíza escolhida a dedo para essa função em um qualquer Tribunal de Menores, de olhos coruscantes e atitude inquisitorial, olhando-o com um certo desprezo de feminista convicta e perguntando-lhe: “ ¿Aceita a paternidade, ou vamos ter que tomar outras medidas?!” E o desgraçado ou assina o papel da paternidade, ou vê-se metido num carga de trabalhos e despesas.

E muitas vezes, a juíza com olhar faiscante indaga a mãe: “¿Por que é que você não abortou? Estas coisas já não se usam…!”

Portanto, que se institua o aborto após nascimento da criança, para que a lei não seja confrontada com este tipo de contradições e para que seja justa e igual para todos; se uma mãe pudesse abortar a sua criança depois de nascida, os tribunais de menores ficariam aliviados de tanto trabalho, o Estado de Passos Coelho reduziria a despesa pública, a juíza-bruxa ficaria livre para militar no Bloco de Esquerda, o desgraçado do homem seria livre de tamanha moléstia e de tão inútil responsabilidade, e deixariam de existir mães chorosas e ranhosas com o dedo em riste apontado para o desgraçado do homem cuja culpa não passa, muitas vezes, de uma “trancada” contra uma parede, a altas horas de uma bebedeira à saída de uma discoteca qualquer.

Viva a liberdade!

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