Quando alguém fala em um “mundo melhor”, dou logo “corda aos sapatos”

 

Quando eu ouço falar em “um mundo melhor”, fico logo arrepiado e mal-disposto. Foi em nome de um “mundo melhor” que surgiram os Gulag comunistas e os campos de concentração nazis. Em nome de “um mundo melhor” o regime maoísta eliminou dezenas de milhões de pessoas. A ideia de um “mundo melhor” causa-me urticária, fico com os cabelos em pé.

O Padre Gonçalo  Portocarrero de Almada fala aqui implicitamente de um “mundo melhor”, na linha do “papa Francisco” que também defende um “mundo melhor”. Só falta ao Padre anunciar a Era do Espírito Santo, tal como previsto pelo anacoreta Joaquim de Fiore.

O Padre Gonçalo  Portocarrero de Almada diz implicitamente que Santo Agostinho não tinha razão quando escreveu a “Cidade de Deus”, em que se fez a distinção entre as Duas Igrejas: a terrena e a divina. O Padre quer a Igreja divina aqui e agora, na Terra; o tal “mundo melhor”. Só falta ao Padre erradicar a doutrina do pecado original, de Santo Agostinho — mas já estivemos mais longe: o “papa Francisco” encarregar-se-á de transformar o Santo Agostinho no próprio diabo.

Um dia destes, quando olharmos para a Igreja Católica, chegaremos à  conclusão de que ela começou com o “papa Francisco”. Em nome de um “mundo melhor”, o passado da Igreja Católica irá ser apagado e S. Paulo transformado no anticristo.

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