¿Um maluco é livre de escolher a sua própria morte?

 

Entre 50 a 60 pessoas são eutanasiadas na Bélgica, a cada ano, por terem problemas psicológicos ou depressões.

Um dos problemas da psiquiatria actual é o de que depende muito da neuro-biologia que, por sua vez, já não distingue — em termos práticos — os problemas somáticos (por exemplo, a depressão que se traduz numa incapacidade de estabelecer laços sociais sem uma razão clara, sociopatia) e os problemas psíquicos (a depressão por infelicidade, porque morreu um familiar, porque perdeu o emprego, etc.).

A depressão psicológica tende hoje a ser reduzida a um problema físico de mau funcionamento de neuro-transmissores: é assim que raciocina o psiquiatra, por muito que o negue: enche o doente depressivo com químicos, na esperança que os neuro-transmissores voltem a funcionar ou que sejam desbloqueados. E quando os neuro-transmissores não voltam a funcionar, aceita-se a eutanásia como um “acto de liberdade” do alegado doente mental.

Ora, se uma pessoa é alegadamente maluca (os neuro-transmissores não funcionam bem), ¿como pode ser “livre de escolher” a eutanásia?

Na Bélgica, 18% dos doentes que morrem são assassinados pelos seus médicos. Temos a barbárie dentro da União Europeia, mas a classe política mantém-se calada. Mas se alguém vai contra o “casamento” gay e contra a adopção de crianças por pares de invertidos — aqui d’El Rei! porque não se pode contrariar os fanchonos.

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