Catarina Martins, o Bloco de Esquerda e as “medidas de natalidade”

 

Lemos aqui um artigo que nos fala de Singapura e como este pequeno país está em extinção por ter a mais pequena taxa de natalidade do mundo. Durante as décadas de 1960 e 1970, o governo de Singapura lançou campanhas de infertilização das suas mulheres e de aborto gratuito; porém, na década de 1980 tentou inverter, sem sucesso, a situação de natalidade negativa quando se verificou que o país caminhava a passos largos para a extinção. E esse insucesso tem a ver com os valores que foram inculcados na cultura antropológica dos habitantes de Singapura.

Singapura, tal qual a conhecemos hoje, tem certamente os seus dias contados.

O Bloco de Esquerda (na companhia do Partido Comunista) foi o paladino-mor da defesa do aborto gratuito e pago pelo Estado — portanto, aborto para toda a gente, a nossas expensas, através dos nossos impostos. Foi também o grande defensor da proliferação, através dos Centros de Saúde, de todo o tipo de anti-conceptivos a baixo custo e subsidiados pelo Estado, através do famigerado “planeamento familiar”.

O resultado está à  vista: Portugal, tal como  Singapura, está em extinção.

Agora, tal como a criminosa que pensa que não deixou impressões digitais no local do crime, a Catarina Martins e o Bloco de Esquerda vêm propôr “medidas para aumentar a natalidade”. Depois de terem contribuído decisivamente para a destruição da cultura antropológica portuguesa tradicional e da família natural, o Bloco de Esquerda vem agora fazer de conta de que não teve nada a ver com a criação do problema.

Quando a ministra das Finanças, Maria Luís Albuquerque, em um discurso recente dirigido a jovens universitários, lhes disse (mais ou menos isto):

“vocês são jovens: multiplicai-vos: não estejam à  espera do melhor momento para terem filhos, porque esse melhor momento, ideal, nunca chegará”,

ela traduziu em palavras o bom-senso que pode garantir o futuro do nosso país. Não sei se ainda se vai a tempo de evitar o desastre, porque a cultura antropológica portuguesa foi já formatada por uma ideologia niilista de que o Bloco de Esquerda e o Partido Comunista são os principais responsáveis — mas também o Partido Socialista de gentalha como a Isabel Moreira, e mesmo do Partido Social Democrata de feminazistas como a deputada Teresa Leal Coelho ou a ministra da justiça Paula Teixeira da Cruz.

Tal como o problema demográfico português se apresenta hoje — ou a nação, a cultura e a língua portuguesas históricas se extinguem, e o país é ocupado por gente de outras paragens, ou então este processo de extinção da nação portuguesa só pode ser revertido através da suspensão do liberalismo político e da repressão violenta do movimento revolucionário em geral. Não há terceiro excluído.

Anúncios
Esta entrada foi publicada em Política, Politicamente correcto, Portugal com as etiquetas , . ligação permanente.

Deixe uma resposta

Preencha os seus detalhes abaixo ou clique num ícone para iniciar sessão:

Logótipo da WordPress.com

Está a comentar usando a sua conta WordPress.com Terminar Sessão / Alterar )

Imagem do Twitter

Está a comentar usando a sua conta Twitter Terminar Sessão / Alterar )

Facebook photo

Está a comentar usando a sua conta Facebook Terminar Sessão / Alterar )

Google+ photo

Está a comentar usando a sua conta Google+ Terminar Sessão / Alterar )

Connecting to %s