O "papa Francisco" opera as artes do maligno

 

Um cisma na Igreja Católica é inevitável devido ao efeito “papa Francisco”; haverá duas igrejas: a dos que o apoiam politicamente mas que são insensíveis à transcendência da doutrina e que reduzem a teologia à imanência; e os que separam a religião, da política politiqueira, — como ensinou Jesus Cristo — e que serão os fiéis depositários da tradição católica. Não falamos já aqui de um pequeno grupo, como por exemplo a SSPX: estamos a falar de uma imensa mole de gente que vive em silêncio causado pelo efeito “papa Francisco” na Igreja Católica; como nos disse a Nossa Senhora de Akita em 13 de Outubro de 1973:

“O trabalho de Lúcifer infiltrar-se-á até na Igreja de uma forma tal que veremos cardeais contra cardeais, bispos contra bispos. Os sacerdotes que me veneram serão zombados e contrariados pelos seus congéneres… a Igreja ficará cheia daqueles que aceitam compromissos.”

che-bergoglio-png-webEm uma mesma cidade, haverá paróquias de um e do outro lado, igrejas que celebrarão uma nova missa luciferina [com a bênção de pares de gays, bênção de casados e recasados que já se recasaram várias vezes, com a aliança com um neomarxismo materialista e com a bênção da Teologia da Libertação], e outras pessoas que se manterão fiéis à missa católica tradicional.

Alguns Estados perseguirão politicamente os católicos tradicionais em nome da Concordata, e esses católicos entrarão na clandestinidade da prática religiosa privada (no recato do lar) e viverão das catacumbas da contemporaneidade; outros Estados manter-se-ão politicamente neutrais em relação ao efeito “papa Francisco”; outros Estados ainda, por exemplo, a Hungria, protegerão os católicos tradicionais.

Isto não é uma profecia: é apenas a constatação de uma tendência, de uma probabilidade. Por exemplo, um dado viciado, quando lançado, tende a repetir um determinado número. A Igreja Católica do “papa Francisco” — o “papa do erro” — é hoje um dado viciado.

Aqueles como o Frei Bento Domingues ou Leonardo Boff que hoje cantam vitória devido à acção do “papa Francisco” e seus sequazes, não verão a glória do seu pleito na adesão do povo religioso, mas apenas na veneração das elites políticas; é para as elites mundiais que eles trabalham em nome das “periferias”. A perversidade do “papa Francisco” e dos seus correligionários é trabalharem para elites políticas em nome das “periferias”.

S. Paulo será banido das escrituras; será considerado herético ou pelo menos “inadequado aos novos tempos”; na forma mais benigna, S. Paulo será evitado e propositadamente esquecido nas homilias dos sacerdotes da Novus Ordo Seclorum. S. Jerónimo e Santo Agostinho serão tratados com a benevolência própria de “gente antiquada”; S. Tomás de Aquino será definido como uma “mente medieval” e obscura. Os novos santos serão simbolicamente canonizados vivos e pertencerão à elite da Igreja da Novus Ordo Seclorum: serão os novos pneumáticos da nova Igreja gnóstica.

O poder económico e financeiro de igrejas locais e nacionais, como por exemplo a igreja da Alemanha ou da Suíça e dos países do norte em geral, farão com que o dinheiro controle o Vaticano em nome da “pobreza da Igreja”, quando até há pouco tempo era o Vaticano que controlava o dinheiro apesar das críticas dos que diziam que “a Igreja Católica deveria ser pobre”.

A missa da Igreja Católica da Novus Ordo Seclorum será despida de espiritualidade; e para atrair clientela, será transformada em uma espécie de circo onde o pior do instinto humano terá a sua hipóstase. O Catecismo será reformado sistematicamente de forma a reflectir a ideologia dominante em cada época; teremos um Catecismo de moral provisória e negociada em função de cada presente. Em termos práticos, o actual Catecismo da Igreja Católica já não é considerado válido pelas elites da Igreja Católica que tomaram de assalto o Poder na Igreja; o Catecismo já é considerado um pró-forma.

O Magistério Papal é hoje já considerado superior a Deus e não obedece já à Tradição Apostólica da Palavra, e serve para revelar uma nova doutrina: neste sentido, o “papa Francisco” representa o próprio Lúcifer. O “papa Francisco” representa o mundo que odeia os discípulos de Jesus Cristo:

“Se o mundo vos odeia, reparai que, antes de vós, me odiou a mim. Se viésseis do mundo, o mundo amaria o que é seu; mas, como não vindes do mundo, pois fui Eu que vos escolhi do meio do mundo, por isso é que o mundo vos odeia. Lembrai-vos da palavra que vos disse: o servo não é mais do que o seu senhor. Se me perseguiram a mim, também vos hão-de perseguir a vós. Se cumpriram a minha palavra, também hão-de cumprir a vossa”.

— S. João, 15, 18-20

O “papa Francisco” e seus sequazes estão ao serviço do mundo que odeia os discípulos de Jesus Cristo. Em nome do combate ao dinheiro, servem o dinheiro e o Poder do mundo quando retiram à Igreja Católica uma determinada independência política que tinha em relação ao mundo.

O mundo que “nos odeia” é o mundo que defende que S. Paulo está obsoleto, que S. Tomás de Aquino é medieval, que S. Jerónimo não sabia de ciência, que Santo Agostinho “escreveu umas coisas ridículas que ninguém entende”, etc.. É a este mundo que o “papa Francisco” e seus apaniguados servem em nome da ideologia política das “periferias”.

Eu, como católico, não obedeço a este papa porque ele não é católico.

Um papa que profere um discurso contra o aborto e horas depois abençoa as feministas pró-aborto na Plaza de Mayo em Buenos Aires; um papa que critica a maçonaria mas horas depois almoça com maçons em um qualquer Clube de Rotários — em função desta ambiguidade viperina do “papa Francisco”, vem-nos à memória as palavras de S. João que recordava que alguns dos seguidores de Jesus Cristo eram fariseus:

“Apesar disso, até entre os chefes, muitos creram nele, mas não o confessavam por causa dos fariseus, para não serem expulsos da sinagoga, pois amavam mais a glória dos homens do que a glória de Deus”.

— S. João, 12, 42-43.

Por isso, muita gente católica não quer ser “expulsa da sinagoga” e cala a consciência em nome de uma lealdade a um papa cuja ambiguidade raia o anticristo. São aqueles católicos que não querem ser odiados pelo mundo e que preferem servir o mundo através da figura do “papa Francisco”.

A ambiguidade diabólica do “papa Francisco” reflecte-se, por exemplo, na famigerada frase: “Quem sou eu para julgar?”, ou quando disse que “os católicos andam obcecados com o aborto” — confundindo assim o mais simples dos cristãos em geral (o que é eterna- e absolutamente imperdoável!), e dos católicos em particular, porque se a doutrina da Igreja Católica diz que não devemos julgar uma pessoa, também diz que é obrigação da Igreja Católica julgar actos e comportamentos em abstracto; e esta última parte da doutrina foi obnubilada por uma personalidade satânica que ascendeu ao papado.

O “papa Francisco” terá que prestar contas ao Criador, e eu não gostaria de estar na pele dele: prefiro ser um simples católico, mas que não se deixou enganar pelas artes do maligno.

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