Todo o bom católico que segue o "papa Francisco" apoia a sodomia

 

A revista Time publica um artigo acerca do referendo na Irlanda sobre o “casamento” gay, e diz que, ao contrário do que se possa pensar, quem votou a favor do “casamento” gay fê-lo exactamente porque é católico:

« Ireland’s historic decision to pass gay marriage by popular vote Saturday has led many to question the strength of the Catholic Church in the land of St. Patrick. For example, The Telegraph’s Tim Stanley wrote that Ireland’s “yes” to gay marriage was a “no” to Catholicism. But such simplistic reductions miss the complex and evolving Catholic worldview on civil gay marriage.

Pope Francis began this evolution shortly after his election in July 2013 when he said, “If someone is gay and he searches for the Lord and has good will, who am I to judge?” Dublin’s Catholic archbishop Diarmuid Martin went even further last year: “Anybody who doesn’t show love towards gay and lesbian people is insulting God. They are not just homophobic if they do that—they are actually Godophobic because God loves every one of those people.” »

Gay Marriage in Ireland Isn’t a ‘No’ to Catholicism

Ou seja, segundo a Time (mas não só: é o discurso actual dos me®dia), a Igreja Católica alegadamente evoluiu porque o “papa Francisco” não tem nada contra a sodomia.

Ainda há pouco tempo, com Bento XVI, tomar no cu ia contra a doutrina da Igreja Católica expressa, por exemplo, em S. Paulo através do conceito de «passiones ignominiae », « usum contra naturam » et « turpitudinem operantes » (Romanos 1, 26-27).

…o bom católico respeita a sodomia…

Mas, com o “papa Francisco”, a doutrina da Igreja Católica evoluiu e tomar no cu passou a ser uma coisa muito saudável e que merece todo o respeito por parte dos católicos. Portanto, segundo os me®dia, os católicos irlandeses nada mais fazem do que seguir as instruções do “papa Francisco” que recomenda que tomar no cu deve ser um comportamento que merece todo o respeito e, quiçá, ser até adoptado por todo bom católico.

Podemos concluir que esta tese, levada até às suas últimas consequências, implica que o católico que não toma no cu pode estar a cometer o pecado de excluir socialmente os outros católicos que tomam no cu e que querem “casar” pela Igreja Católica. Em última análise, todo o católico deveria tomar no cu para não discriminar ninguém.

Caro leitor: deixemo-nos de tretas: quem votou a favor do “casamento” gay não é católico. Essa é a verdade. Não é porque alguém diz que é “católico” que passa automaticamente a ser católico.

Ser católico significa a concordância em relação à doutrina da Igreja Católica que não foi revogada, e por isso podemos afirmar que apenas um terço dos irlandeses é católico, por um lado, e por outro lado podemos dizer (e demonstrar, se necessário) que o “papa Francisco” não é católico: a cabeça do Vaticano está ocupada por um usurpador herege.

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