Um erro comum na interpretação da Santíssima Trindade

 

Em época de Pentecostes, vem a talhe de foice falar de um erro comum na concepção da Santíssima Trindade: “se Jesus Cristo é Deus”, concluem então os “católicos fervorosos” que “Deus é Jesus Cristo” (se A=B → B = A). Confunde-se o Ser Absoluto com a essência individual de Jesus Cristo. O Padre Pio de Pietrelcina sublinha a dimensão individual de Jesus Cristo, quando disse:

“Quando passares diante de uma imagem de Maria Mãe de Jesus, deves dizer: ‘Saúdo-Te Maria!, e saúda Jesus da minha parte’.”

Se Jesus Cristo é Deus, não se segue que Deus seja (o próprio) Jesus Cristo. Significa antes que Jesus Cristo é consubstancial a Deus, ou, em termos simples, que Jesus Cristo é divino [divino = de Deus, ou relativo a Deus] — qualidade que nenhum ser humano jamais teve.

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